sábado, 28 de agosto de 2010

AS CIDADES E O PROBLEMA DO LIXO

Uma produção de Pixar Animation Studios, Wall-e, apresenta o planeta terra tomado pelo lixo produzido pelos seres humanos e deixado para trás após a fuga para o espaço. Um desenho encantador, mas uma ficção monstruosa.
Imagine, caro leitor, tomando as devidas proporções, o que nós estamos fazendo com o nosso país, com o mundo? Caminhamos para um futuro semelhante.
Cada cidade possui em sua região metropolitana um aterro sanitário, também conhecido como lixão. Um local fétido, contaminado e contaminante. Uma bomba relógio prestes a explodir. Será essa a melhor solução para os rejeitos da sociedade? Não haverá uma outra alternativa social, econômica e ambientalmente viável?
A resposta é sim, existe há mais de 1000 anos.
Um processo de biodigestão anaeróbica realiza a decomposição das matérias orgânicas resultando em 2 produtos:
- O gás metano, o qual pode ser utilizado em fogões, tal como o GLP, porém, presrvando as reservas fósseis naturais, ou seja, temos aqui uma fonte de energia reciclada;
- A biomassa, cujas propriedades são relevantes na utilização na lavoura, como adubo.
Temos algumas soluções neste sentido implantadas ao redor do mundo (europa) e uma experiência nacional na Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Ilha do Fundão.
Estamos em ano eleitoral e não encontrei em nenhum programa uma só proposta tendente a solucionar essa situação. Não posso acreditar que nenhum dos tantos intelectuais e técnicos envolvidos nas campanhas pensou nisso.
Convido a vocês, caros leitores a participar da discussão aqui no blog, sugiram soluções, convidem outras pessoas a participar desse espaço democrático e construtivo. Vamos debater o assunto agora para que não precisemos fugir para o espaço, tal como feito em Wall-e.
Grande abraço a todos.

Valdemiro Kreusch Júnior

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

LIMITAÇÕES INCURÁVEIS DO PARLAMENTARISMO


Em artigo à revista Caros Amigos, István Mészáros – um dos principais intelectuais marxistas contemporâneos – analisa os limites da atuação institucional e afirma que os partidos operários que buscam a transformação radical pelo parlamentarismo estão fadados ao fracasso.
Por István Mészáros
É significativo que a crítica do sistema parlamentar seja quase tão antiga quanto o próprio Parlamento. A exposição de suas limitações incuráveis sob uma perspectiva radical não começou com Marx. Consideramos que é poderosamente expressa já nos escritos de Rousseau. Partindo do pressuposto de que a soberania pertence ao povo e que, portanto, não pode ser alienada por meio de leis, ele argumenta que, pelas mesmas razões, não pode ser legitimamente transformada em qualquer forma de representação:

Os representantes do povo não são nem podem ser seus representantes; não passam de seus comissários, nada podendo concluir em definitivo. É nula toda a lei que o povo não ratificar diretamente; em absoluto, não é lei. O povo inglês pensa ser livre e muito se engana, pois só o é durante a eleição dos membros do Parlamento; uma vez eleitos, ele é escravo, não é nada. Durante os breves momentos de sua liberdade, o uso que dela faz mostra que merece perdê-la.
Jean-Jacques Rousseau, The Social Contract (Londres, Everyman, 1993), p. 266. [Ed. bras.: O contrato social, São Paulo, Abril Cultural, 1978, p. 108.]

Rousseau fez ainda a importante observação de que, embora não se possa divorciar o poder Legislativo do povo, nem mesmo por meio da representação parlamentar, as funções administrativas ou “executivas” devem ser consideradas sob uma luz muito diferente. Como explicou:
no exercício do poder Legislativo, o povo não [pode] ser representado, mas tal pode e deve acontecer no poder Executivo, que não passa de força aplicada à lei.

Assim, o filósofo propôs um exercício muito mais prático de poder político e administrativo do que lhe é creditado, ou de que é acusado por seus detratores até mesmo da esquerda.

Na deturpação tendenciosa da posição de Rousseau, os dois princípios de importância vital de sua teoria, adaptados de maneira conveniente também pelos socialistas, foram desqualificados e abandonados. Contudo, a verdade da questão é que, por um lado, o poder de tomada de decisões fundamentais nunca deveria ter sido divorciado das massas populares, como demonstrou de modo conclusivo a história de verdadeiro horror do sistema estatal soviético, administrado da forma mais autoritária contra o povo pela burocracia stalinista em nome do socialismo. Por outro lado, e ao mesmo tempo, o cumprimento de determinadas funções administrativas e executivas em todos os domínios do processo de reprodução social pode certamente ser delegado a membros da comunidade, contanto que isso seja realizado de maneira autônoma no âmbito das regras estabelecidas e devidamente controladas em todas as fases da real tomada de decisão pelos produtores associados.

Assim, as dificuldades não residem nos dois princípios básicos tais como formulados por Rousseau, mas no modo pelo qual devem ser relacionados ao controle político e material do processo sociometabólico pelo capital. O estabelecimento de uma forma socialista de tomada de decisão, em conformidade com os princípios da inalienabilidade do poder de determinar as regras (isto é, a “soberania” do trabalho não como uma classe particular, mas como condição universal da sociedade) e da delegação de papéis e funções sob condições específicas, bem definidas, com distribuição flexível e supervisão adequada, exigiria invadir e uma radical reestruturação de todos os domínios materiais antagônicos do capital.

Um processo que realmente deve ir muito além do princípio da soberania popular inalienável de Rousseau e seu corolário delegatório. Ou seja, em uma ordem socialista, o processo “legislativo” deveria ser fundido ao próprio processo de produção de tal modo que a necessária divisão horizontal do trabalho fosse adequadamente complementada em todos os níveis, do local ao global, por um sistema de coordenação autodeterminada do trabalho.

Essa relação está em nítido contraste com a perniciosa divisão vertical do trabalho do capital, complementada pela “separação dos poderes” em um “sistema político democrático” alienado e imposto inalteravelmente às massas trabalhadoras. Pois, a divisão vertical de trabalho sob comando do capital necessariamente afeta e infecta de forma incurável cada faceta da divisão horizontal do trabalho, desde as funções produtivas mais simples até os processos mais complexos da selva legislativa. E esta é uma selva cada vez mais densa não só porque a infinita multiplicação de suas regras e seus componentes institucionais devam desempenhar papel vital em manter firmemente sob controle o comportamento real ou potencialmente desafiador do trabalho recalcitrante, limitando-se a vigiar as disputas do trabalho e salvaguardar a dominação global do capital sobre a sociedade em geral.

Além disso, em qualquer tempo particular do processo histórico em desdobramento, eles devem conciliar de alguma forma – desde que tal conciliação seja possível – os interesses distintos da pluralidade de capitais com a dinâmica incontrolável da totalidade do capital social, que tende por último a sua autoafirmação como entidade global.

Naturalmente, as mudanças fundamentais necessárias para assegurar e salvaguardar a transformação socialista da sociedade não podem se realizar dentro do domínio político tal como foi constituído e ossificado durante os últimos quatrocentos anos de desenvolvimento capitalista. Pois, o desafio incontornável a esse respeito exige a solução de um problema mais desconcertante. Ou seja, o capital é a força extraparlamentar par excellence da nossa ordem social e, ao mesmo tempo domina completamente o Parlamento enquanto, fi ngindo ser simplesmente parte dele, operando pretensamente em relação às forças alternativas do movimento operário numa base totalmente equitativa.

Embora o impacto dessa situação seja profundamente enganoso, nossa preocupação não é simplesmente com a questão da aparência enganosa de que os representantes do movimento operário são vítimas pessoais. Em outras palavras, não se trata de uma condição de que o povo hoje enganado possa em princípio se desembaraçar por meio do esclarecimento ideológico-político apropriado, sem necessidade de alterar radicalmente a ordem reprodutiva social arraigada como um todo. Lamentavelmente é algo muito mais grave do que isso, pois a falsa aparência em si resulta de determinações estruturais objetivas e é constantemente reforçada pela dinâmica do sistema do capital em todas as suas transformações.

Em certo sentido, o problema subjacente pode ser caracterizado resumidamente como aseparação historicamente estabelecida entre a política – perseguida no Parlamento e em todos os seus vários corolários institucionais – e a dimensão reprodutiva material da sociedade tal como corporificada e, em termos práticos, renovada na multiplicidade de empresas produtivas. Em seu desenvolvimento histórico contingente, o capitalismo teve de se desenvolver e se afirmar como ordem social reprodutiva contra as restrições reprodutivas políticas e materiais feudais então prevalecentes. De início, ele não assumiu a forma de uma força política unificada que enfrentava frontalmente a ordem política feudal. Isso só veio a ocorrer relativamente mais tarde, no estágio histórico particular das revoluções burguesas vitoriosas em alguns dos países mais importantes, quando o terreno material favorável aos processos capitalistas já estava bem avançado naquelas sociedades.

As primeiras manifestações de desenvolvimento capitalista surgiram com a emergência da multiplicidade de empresas produtivas, livres em seu contexto local do constrangimento político da servidão feudal. Na verdade, elas se tornavam cada vez mais signifi cativas ao conquistar materialmente uma parcela cada vez mais importante de mudança dinâmica do processo geral de reprodução social.

Entretanto, o avanço bem-sucedido das unidades materiais reprodutivas por si só estava longe do fim da história, apesar de suas conceituações teóricas unilaterais, pois a dimensão política estava sempre presente de alguma forma. De fato, ela teve de desempenhar um papel cada vez maior, apesar de sua articulação peculiar, quanto mais desenvolvido se tornava o sistema capitalista. De alguma forma, foi necessário reunir a grande multiplicidade de unidades materiais reprodutivas centrífugas sob a abrangente estrutura política do Estado capitalista, de forma a evitar o colapso da ordem sociometabólica do capital na ausência de uma dimensão coesiva.

O presunçoso desejo de regulação da todo-poderosa “mão invisível ” reguladora pareceu ser uma explicação alternativa adequada para o papel realmente importante da política. As ilusões necessariamente associadas com a evolução do desenvolvimento capitalista foram bem ilustradas pelo fato de que – na época em que o sistema se tornava mais consolidado, além de garantido politicamente pelo Estado capitalista, depois da derrota do adversário feudal um século antes na Guerra Civil e na Revolução Gloriosa – uma figura notável da economia política clássica, Adam Smith, quis proibir completamente “todo estadista, conselho ou senado” de envolvimento significativo em assuntos econômicos, descartando inclusive a ideia de tal envolvimento como “loucura e presunção perigosa”. O fato de Smith ter adotado essa posição era compreensível, já que ele defendia a posição de que a ordem reprodutiva capitalista representava “o sistema natural da perfeita liberdade e justiça”. Assim, numa concepção semelhante da ordem de reprodução não poderia haver necessidade de intervenção reguladora da política, nem se admitiria umespaço conceitual para tal. Isso porque, na visão de Smith, a política só poderia interferir em tal “sistema natural” – de que se poderia afirmar estar em completa sintonia com as exigências da liberdade e justiça – de uma forma adversa e prejudicial, uma vez que, por sua própria natureza, já estava predestinado para o bem de todos e nesse sentido perfeitamente administrado pela “mão invisível”.

O que estava completamente ausente do quadro desenhado por Smith era sempre a questão vital das relações de poder social inerentemente conflituosas da realidade existentes, sem as quais a dinâmica do desenvolvimento capitalista não pode ser de modo algum inteligível. Entretanto, o reconhecimento dessa relação conflituosa tornaria absolutamente essencial oferecer também uma forma adequada de explicação política. Compreensivelmente, esta não poderia ser concedida pelo grande economista escocês – o que é compreensível –, pois segundo sua teoria, o lugar das relações conflituosas de poder social foi tomado pelo conceito, miticamente inflado, da “situação local ” associado à noção das correspondentes empresas particulares localmente pertencentes a indivíduos puramente autointeressados que inconscientemente – mas ainda assim de forma ideal para o benefício de toda a sociedade – geriam seu capital produtivo sob a misteriosa orientação da “mão invisível”. Essa concepção individua lista de orientação local – harmoniosamente abrangente e universalmente benéfica – das relações de poder insuperavelmente conflituosas do capital estava muito distante até mesmo da realidade do próprio Adam Smith, para não mencionar a variedade “globalizada” atual.  O grande defeito dessas concepções, que foram tantas, mesmo durante o século XX, foi a incapacidade de reconhecer e explicar teoricamente a conexão imanente objetiva – que sempre prevaleceu apesar da aparência enganosa de separação inalterável – entre as dimensões política e de reprodução material do sistema do capital. De fato, sem a relação imanente entre essas duas dimensões, a ordem sociometabólica estabelecida não poderia funcionar nem sobreviver durante qualquer intervalo de tempo.

Contudo, é igualmente necessário enfatizar, no mesmo contexto, que a inter-relação paradoxal entre as duas dimensões vitais do sistema do capital – decepcionante em sua aparência, mas enraizada em determinações estruturais objetivas – tem implicações de longo alcance para a instituição bem-sucedida da alternativa socialista. Por essa razão, é inconcebível superar substancialmente a ordem estabelecida pela simples derrubada política do Estado capitalista, muito menos pela vitória sobre as forças de exploração no âmbito de determinada estrutura de legislação parlamentar.

Esperar a solução dos problemas estruturais fundamentais primariamente pela derrubada política do Estado capitalista não permite tratar de forma duradoura a ligação mistificadoramente compartimentada, mas necessária, entre a dimensão política e de reprodução material herdada do sistema do capital. É por essa razão que a reconstituição radical historicamente viável da unidade indissolúvel das esferas reprodutiva material e política em base permanente continua sendo o requisito essencial do modo socialista de controle sociometabólico.

(...)
Não pode haver estratégia realista de transformação socialista sem prosseguir com firmeza na realização da unidade das dimensões política e material de reproduçãotambém no domínio organizacional. De fato, o grande potencial emancipatório dos sindicatos consiste precisamente em sua capacidade de assumir (pelo menos em princípio) um papel político radical, bem além da função política conservadora que hoje tendem em geral a cumprir. E tal potencial é viável pela tentativa consciente de superar a fatídica separação entre o braço industrial do movimento operário (eles próprios) e o braço político (os partidos no Parlamento), separados sob o invólucro capitalista de ambos por meio da aceitação da dominação parlamentar pela maioria do movimento operário ao longo dos últimos 130 anos.

O surgimento da classe operária na cena histórica foi apenas um acréscimo inconvenienteao sistema parlamentar, constituído bem antes de as primeiras forças organizadas do movimento operário tentarem manifestar em público os interesses vitais de sua classe. Do ponto de vista do capital, a resposta imediata a esse inconveniente mas crescente “incômodo” foi a rejeição e a exclusão dos grupos políticos operários. Mais tarde, entretanto, uma ideia muito mais adaptável foi instituída pelas personificações políticas mais ágeis do capital: domesticar de algum modo as forças do trabalho. Ela assumiu de início a forma do patrocínio parlamentar paternalista de algumas demandas da classe trabalhadora por partidos políticos burgueses relativamente progressistas e, mais tarde, a da aceitação da legitimidade dos partidos da classe trabalhadora no próprio Parlamento, embora, é claro, de uma maneira estritamente circunscrita, obrigando-os a se conformar às “regras democráticas do jogo parlamentar”.

Inevitavelmente, isso significou para os partidos operários apenas o “consentimento livre” da sua efetiva acomodação, mesmo que pudessem manter por um longo período a ilusão de que com o passar do tempo eles seriam capazes de corrigir radicalmente a situação pela ação parlamentar a seu próprio favor. Assim a força extraparlamentar original e potencialmente alternativa do trabalho transformou-se, na organização parlamentar,permanentemente desfavorecida. Embora esse curso de desenvolvimento pudesse ser explicado pelas fraquezas óbvias do trabalho organizado em seu início, argumentar e justificar desse modo o que havia realmente acontecido, nas atuais circunstâncias, é apenas mais um argumento a favor do beco sem saída da social-democracia parlamentar. Pois a alternativa radical de fortalecimento da classe trabalhadora para se organizar e se afirmar fora do Parlamento – por oposição à estratégia derrotista seguida ao longo de muitas décadas até a perda completa de direitos da classe trabalhadora em nome do “ganhar força” – não pode ser abandonada tão facilmente, como se uma alternativa de fato radical fosse a priori uma impossibilidade. Especialmente porque a necessidade de ação extraparlamentar sustentada é absolutamente vital para o futuro de um movimento socialista rearticulado radicalmente.

István Mészáros nasceu no ano de 1930, em Budapeste, Hungria, onde graduou-se em filosofia e tornou-se discípulo de Georg Lukács no Instituto de Estética. Deixou o Leste Europeu após o levante de outubro de 1956 e exilou-se na Itália. Ministrou aulas em diversas universidades, na Europa e na América Latina. Recebeu o título de Professor Emérito de Filosofia pela Universidade de Sussex em 1991.

* Trecho extraído do livro Atualidade histórica da ofensiva socialista: Uma alternativa radical ao parlamentarismo, de István Mészáros (Boitempo Editorial, 2010)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

ECOLOGIA E DESENVOLVIMENTO.

Vamos estrear o blog com um assunto bastante interessante: ecologia e desenvolvimento.
Foi sancionada, no último dia 2, a Lei Federal número 12.305, a qual estabelece a obrigação de ações de logística reversa aos fabricantes.
A referida legislação impõe a alguns setores da economia o encargo de captar as embalagens ou resíduos gerados pelos produtos colocado no mercado, objetivando dar-lhes o destino adequado, sob pena de multas administrativas que poderão chegar a R$ 50 milhões, sem falar na possibilidade de detenção dos representantes da empresa que não cumprir com a nova norma.
É lamentável haver a necessidade de uma legislação tratando do assunto, pois me parece uma questão de responsabilidade sócio-ambiental das empresas recolher os efluentes gerados pelos produtos colocados a venda. De qualquer maneira esse é um primeiro passo para a moralização do consumo.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A CASA ORGÂNICA - EARTHSHIPS

Uma ideia genial. A construção de uma casa utilizando pneus, latinhas de alumínio e outros materiais rejeitados pela sociedade, cerca de 45% dos materiais utilizados na construção são reciclados. Sem falar na reutilização das águas e produção eletricidade e de alimentos.
Enfim, um ambiente autosustentável.
Não bastasse o apelo ambiental essas construções são térmica e acusticamente preparadas.
Um modelo surgido nos EUA, no estado do Novo México, criado e implementado pelo arquiteto Michael Reynolds. Uma arquitetura agradável aos olhos e ao mundo.
No Brasil, um casal está construindo sua casa orgânica. Vale a pena conferir os vídeos que postaram no youtube. http://www.youtube.com/watch?v=2mRiij7URtc

MARKETING PESSOAL. ENTREVISTA PARA UM EMPREGO.

Um desafio e tanto; Participar de uma entrevista para um emprego. Você se prepara, fica ansioso, as mãos suam, gagueira e lá se vai a oportunidade por água a baixo.
Antes fossem apenas esses os problemas encontrados. Não raro, o que vemos é um candidato a emprego despreparado e que quer saber, antes de qualquer coisa, qual o salário, quais os benefícios, sem nem mesmo perguntar o que fará na posição pretendida.
Caros colegas, a etiqueta empresarial exige dos candidatos além de atualização constante, seja qual for a função, interesse pelo trabalho e principalmente uma perspectiva de futuro, pois contratar custa caro. 
Ao contratar, os profissionais de RH buscam pessoas com algumas competências básicas, pessoais e profissionais, das quais listo algumas:
- Ser feliz consigo; (ninguém quer trabalhar com uma pessoa que vive mal humorada)
- Amar o que faz; (sem amor você será infeliz)
- Aceitar desafios; (fuja da comodidade, desafie-se e aceite ser desafiado)
- Fazer sempre o melhor; (dispensa comentários)
- Auto motivação; (a pessoa deve encontrar o motor que lhe impulsiona às realizações)
- Escolher a profissão; (planejar sua carreira e encontrar a profissão que o realize)
- Manter-se atualizado; (o mundo está muito veloz e você não pode ficar para trás).
Essas são apenas algumas das competências que esperamos encontrar num candidato. A dica final é: esteja preparado, pois a vaga espera o candidato certo. O próximo pode ser você. Boa sorte.